Club de
Lucas do Rio Verde

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Projeto Distintivo Rotário: eu uso!

O Rotary Club de Lucas do Rio Verde desenvolveu o Projeto “Distintivo Rotário: eu uso!” como proposta de incentivo ao uso do distintivo dentro da perspectiva de promover a imagem pública do Rotary, dar notoriedade ao trabalho voluntário e, ao mesmo tempo, fortalecer o quadro associativo do clube. Desta forma, solicitamos aos companheiros que nos encaminhassem fotos fazendo uso do seu distintivo em seu ambiente de trabalho ou em qualquer outro espaço público. A publicação do projeto e das fotos estão disponíveis nas redes sociais do nosso clube.. Ano Rotário 2020-21. O Rotary Abre Oportunidades . Projeto de IP e DQA

Postado em 28 de Setembro de 2020 por Rotary Club de Lucas do Rio Verde

Trabalho voluntário prestado pelo RC LRV no evento da APAE

No dia 27 de setembro de 2020 o Rotary Club de Lucas do Rio Verde esteve presente no 17º Porco no Rolete da APAE, como instituição parceira prestando serviço voluntário no evento. Nosso clube ficou com a responsabilidade de providenciar a mandioca, bem como entregá-la cozida para que a equipe do evento pudesse montar as marmitas. Cumprimos a nossa missão com êxito. Para que tudo ficasse pronto a tempo, nossos companheiros deram inícios aos trabalhos às 04h da manhã. Na oportunidade parabenizamos a todas as entidades parceiras que não pouparam esforços para que esse evento fosse realizado!  

Postado em 27 de Setembro de 2020 por Rotary Club de Lucas do Rio Verde

Ação de prevenção ao Suicídio: Roda de conversa com a Psicóloga Priscila Padilha

Na data de 23 de setembro de 2020,  em alusão ao “Setembro Amarelo”, campanha que trata da conscientização sobre a prevenção ao suicídio, o Rotary Club de Lucas do Rio Verde Distrito 4440 realizou roda de conversa com a temática “Suicídio: como prevenir” ministrada pela psicóloga Priscila Padilha. A atividade foi realizada de maneira on line e teve participação de companheiros do clube e convidados. Nosso clube agradece a presença de todos e em especial nossa convidada palestrante que  esclareceu nossas dúvidas e nos orientou em relação à essa temática tão relavante à nossa sociedade. 

Postado em 23 de Setembro de 2020 por Rotary Club de Lucas do Rio Verde

Rotary: treinamento apoia trabalho de educadores sociais

Como mudar a vida de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade se não há um relacionamento adequado entre os educadores e as pessoas que eles querem ajudar?  Foi com esse problema em mente que membros do Rotary de São Paulo e da Alemanha se uniram para criar um treinamento de capacitação para educadores sociais na maior cidade do Brasil. O projeto teve início em 2017, em uma parceria entre membros do Rotary Club de São Paulo e do Rotary Club Kempen-Krefeld, da Alemanha. Ao adotar quatro crianças brasileiras, Jünger Schmitz, membro do clube alemão, se deparou com um cenário de pouco preparo emocional dos profissionais que lidavam com crianças e adolescentes vulneráveis na capital paulista. Ele buscou o apoio do Rotary Club de São Paulo e, juntos, os clubes desenvolveram um projeto para realizar um treinamento inovador, focado em melhorar a comunicação e o relacionamento entre educadores e jovens. “Decidimos fazer o treinamento em cinco seminários, com um tópico diferente para cada seminário”, conta Márcio Arroyo, membro do Rotary Club de São Paulo, responsável por liderar o projeto. “O clube definiu as instituições [participantes] e como iríamos fazer o projeto”, explica. Já para montar o programa do que seria ensinado aos educadores, eles buscaram ajuda especializada. O programa do treinamento foi desenvolvido por Ronaldo Campos, diretor da Comunidade Terapêutica Filhos da Luz, especializada no atendimento de dependentes químicos. Trabalhando com educadores sociais, Campos via que, muitas vezes, os profissionais não tinham o equilíbrio emocional necessário para lidar com os jovens em situação de vulnerabilidade, porque estes próprios profissionais enfrentavam problemas emocionais em suas famílias. “A maior parte dos problemas relacionados à violência começa nos padrões de comunicação interna das famílias. O maior potencial de mudança social se dá quando não há culpa ou julgamento. A causa da violência no mundo começa quando emitimos julgamento do comportamento do outro.”, aponta Campos. Desse modo, o treinamento foi montado com base em dois importantes pilares: a comunicação não-violenta (CNV) e o desenvolvimento de propósitos de vida. “O objetivo do treinamento é a expansão da consciência. As pessoas precisam encontrar significado na vida e no trabalho”, explica. Na CNV, não se usa palavras que julguem ou dominem a outra pessoa, como o verbo “mandar”, por exemplo. Fazer com que os educadores encontrassem seu próprio propósito de vida era fundamental para que eles pudessem ajudar os jovens a encontrar novos caminhos fora da dependência química. “A dependência química é a doença do egoísmo. Eles só pensam em si, não pensam na família, na sociedade. A pessoa não tem um propósito a seguir e, aí, qualquer caminho serve”, diz Campos. O primeiro treinamento aconteceu na Comunidade Terapêutica Filhos da Luz no primeiro semestre de 2019. A turma teve a participação de 40 profissionais, alguns da comunidade e outros de instituições que foram convidadas a participar do curso. “A ideia é fazemos em quatro pontos diferentes de São Paulo para atingirmos as entidades locais”, conta Arroyo. A segunda turma aconteceu no segundo semestre do ano passado, no Centro Assistencial Cruz de Malta, com 43 participantes, e a terceira turma teve início em março deste ano na Associação Evangelista Beneficente, com 42 educadores sociais. No total, aponta Arroyo, o projeto inclui a capacitação de 300 profissionais em oito treinamentos em diferentes instituições de São Paulo. O impacto dos treinamentos é algo sentido tanto pelos educadores quanto pelos jovens assistidos. “Durante o curso, eu ia acompanhando a avaliação dos participantes e a satisfação foi muito grande. A ideia também é que eles repassem os ensinamentos do curso a seus colegas”, afirma Arroyo. Sobre os jovens, Campos conta que “eles entendem que só se recuperam quando ajudam os outros”. “Do que os residentes têm mais se beneficiado é de ter encontrado um propósito de vida”, afirma. No total, o Rotary investiu US$ 45.700 neste projeto, incluindo a compra de mais de 900 livros, além de equipamentos e suprimentos para a realização dos cursos.

Postado em 16 de Setembro de 2020

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